Sindicatos Piratas e FantasmasHistoricamente, são inegáveis os benefícios para a sociedade que se devem aos movimentos sindicais, em especial, nos enfrentamentos à ditadura e na transição para a democracia.
 
Sempre foi motivo de orgulho para o SINTE ter o seu reconhecimento pelo Ministério do Trabalho, pois foram árduos os requisitos cumpridos para tal conquista e, graças a ela, pusemos fim a todas as perseguições sofridas pela Profissão que amamos.
 
De uns anos para cá, com a continuada adoção de atitudes questionáveis praticadas dentro do referido Ministério, é de se temer que, o vínculo que antes era mérito, corra o risco de se tornar motivo de vergonha...
 
Com leves variantes, “Fábrica de Sindicatos Fantasmas” tem sido a manchete de inúmeras reportagens, em conceituados órgãos jornalísticos, ao se referirem aos recentes rumos da política sindical brasileira.
 
Tais matérias denunciam a tese de que há critérios políticos e negociações financeiras para a concessão de registros a novos entes sindicais, paralelamente ao interesse em fragmentar os sindicatos históricos, pulverizando suas instituições em centenas de nanicos e frágeis sindicatos "clones", muito mais facilmente manipuláveis para fins eleitoreiros e fonte dissimulada de arrecadação de renda a bancar os interesses pessoais e políticos dos que “emprestaram” favorecimentos para obtenção de "cartas sindicais".
 
Estas entidades "fantasmas" (sem sede, sem representatividade, sem experiência...), além de servir como “trampolins” para "candidatos a candidatos", igualmente abocanham uma fatia do chamado “imposto sindical” (um dia de salário de cada trabalhador, arrecado compulsoriamente, além de guias avulsas para autônomos e empresas...), valores estes que já beiravam os R$ 2 bilhões anuais segundo estatísticas divulgadas em 2010.
 
O SINTE - Sindicato dos Terapeutas nunca se sentiu confortável com arrecadações “impostas”, sempre priorizando que suas receitas originem da filiação ESPONTÂNEA.
 
Observando que a carapuça de “Fábrica de Sindicatos Fantasmas” está a cada dia mais vestindo muitas das concessões sindicais, cujos critérios cada vez menos se justificam tecnicamente, o SINTE, em coerência com o que é certo e justo, jamais poderia apoiar tal caminho nebuloso.
 
Assim sendo, a partir de 2016, abriremos mão completamente do "imposto sindical": não mais o arrecadaremos, pois o destino destes valores deixaram de ser transparentes e certamente, não atendem mais aos honestos interesses da Profissão que defendemos.
 
Ou seja, para os filiados, é uma boa notícia, pois propicia redução de despesas de consultório e, ao mesmo tempo, a certeza de que jamais estará, ainda que involuntariamente, colaborando com o descaminho praticado nas fileiras sindicais.
 
Esta será a primeira de uma série de resoluções a serem implantadas, muitas das quais, já durante 2015 e que favorecerão e muito a quem conquistou sua CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, pois terão ainda mais benefícios, valorização e uma redução do valor de investimento que passará a vigorar para 2016 !
 
Importante: esta melhoria de benefícios e descontos só será válida para quem já está conosco, pois quem se associar só futuramente, não terá este mesmo privilégio...
 
 
Este é o SINTE, zelando em manter ilibada a Terapia Holística e continuamente valorizando aos verdadeiros e zelosos Profissionais!